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Entrevista com Jon “maddog” Hall no IV Ensol

Joerllys Sérgio e Jon “maddog” Hall no IV Ensol

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O que é TCO?

Resumo de custo total de propriedade, neste link abaixo:

TCO

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Divulgando a UML

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Quem destruiu o amor?

Houve uma vez, na história do mundo, um dia terrível, em que o ódio – o rei dos maus sentimentos, dos defeitos e das más virtudes – convocou uma reunião com todos os seus súditos.
Todos os sentimentos escuros do mundo e os desejos mais perversos do coração humano chegaram a essa reunião com muita curiosidade, porque queriam saber qual o motivo de tanta urgência.
Quando todos já estavam presentes, falou o ódio:
– os reuni aqui porque desejo com todas as minhas forças matar alguém!
Ninguém estranhou muito, pois era o ódio quem estava falando e ele sempre queria matar alguém, mas perguntaram-se quem seria tão difícil de matar que o ódio necessitaria da ajuda de todos.
– quero matar o amor – disse o ódio.
Muitos sorriram com maldade, pois mais de um ali tinha a mesma vontade.
O primeiro voluntário foi o mau caráter:
– eu irei e podem ter certeza que em um ano o amor terá morrido. Provocarei tal discórdia e raiva que ele não vai suportar.
Depois de um ano se reuniram outra vez e, ao escutar o relato de mau caráter, ficaram decepcionados:
– eu sinto muito. Bem que tentei de tudo, mas cada vez que eu semeava discórdia, o amor superava e seguia seu caminho.
Foi então que muito rapidamente ofereceu-se a ambição para executar a tarefa. Fazendo alarde de seu poder, disse:
– já que mau caráter fracassou, irei eu. Desviarei a atenção do amor com o desejo por riqueza e pelo poder. Isso ele nunca irá ignorar.
E começou, então, a ambição o ataque contra a sua vítima. Efetivamente, o amor caiu ferido. Mas, depois de lutar arduamente, curou-se: renunciou a todo desejo exagerado de poder e triunfo.
Furioso com o novo fracasso, o ódio enviou os ciúmes. Estes bufões perversos inventaram todo tipo de artimanhas e situações para confundir o amor. Machucaram-no com dúvidas e suspeitas infundadas.
Porém, mesmo confuso, o amor chorou e pensou que não queria morrer. Com valentia e força se impôs sobre eles e os venceu. Ano após ano, o ódio seguiu em sua luta, enviando a frieza, o egoísmo, a indiferença, a pobreza, a enfermidade e muitos outros. Todos fracassavam sempre.
O ódio, convencido de que o amor era invencível, disse isso aos demais:
– nada podemos fazer. O amor suportou tudo. Levamos muitos anos insistindo e
Não conseguimos.
De repente, de um cantinho do auditório, se levantou um sentimento pouco conhecido e que se vestia todo de preto. Com um chapéu gigante, ele mantinha o rosto encoberto. Seu aspecto era fúnebre como o da morte.
– eu matarei o amor, disse com segurança.
Todos se perguntavam quem seria esse pretensioso que, sozinho, pretendia fazer o que nenhum deles havia conseguido.
O ódio ordenou:
– vá e faça!
Havia passado pouco tempo quando o ódio voltou a convocar a todos para comunicar que finalmente o amor havia morrido. Todos estavam felizes mas também surpresos. E o sentimento do chapéu preto falou:
– aqui eu entrego a vocês o amor, totalmente morto e esquartejado.
E sem dizer mais palavra, encaminhou-se para a saída.
– espera! – determinou o ódio, dizendo: em tão pouco tempo você o eliminou
Completamente, deixando-o desesperado e, por isso mesmo, ele não fez o menor
Esforço para viver! Quem é você afinal?
O sentimento, pela primeira vez, levantou seu horrível rosto e disse:
– sou a rotina…

A rotina e o conseqüente aborrecimento levam a perceber a vida vazia e sem sentido, conduzem ao bloqueio mental e paralisam a possibilidade de empreender iniciativas para sair dessa situação. As perspectivas de futuro se obscurecem, as relações pessoais se reduzem e o interesse por tudo ao redor diminui.
Os dias passam sem que aconteça nada novo. Sente que já está tudo dito. Outra vez o mesmo, dia após dia. Esta situação, que vai minando seu ânimo pouco a pouco, vai se estendendo às diversas áreas de sua vida, desde o casamento, o sexo e os estudos, até o trabalho, o ócio e as relações sociais e familiares.
A monotonia pode aparecer em qualquer momento: ao regressar de férias ou festas, na convivência, quando chega o inverno e se sai menos. Para combatê-la com eficácia é preciso modificar algumas atitudes internas e circunstâncias externas.

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Ser pernambucano é

Considerar Reginaldo Rossi Rei;
Acreditar que a Recife é mesmo a ‘Veneza Brasileira;
Defender o frevo, mas não fazer um passo sequer (apenas ‘dançar com os dedos’);
Amar as pontes do Recife sem conhecer o nome de uma apenas;
Preferir botecos a fast-food;
Gostar de qualquer música que fale de sertão, mangue, etc.;
Gostar de comer caranguejo;
Saber o significado das palavras ‘pirangueiro’,’pantim’ e ‘mangar’;
Achar que José Pimentel é a cara do Cristo;
Ter orgulho de dizer que o sonho de todo cearense é ser pernambucano;
Adorar bolo-de-rolo e suco de pitanga;
Ir ao Alto da Sé em Olinda apenas para ver Recife ao longe e comer tapioca;
Saber a delícia que é um bolo de bacia com caldo de cana;
Correr no Parque da Jaqueira e depois se empanturrar de caldo de cana na saída;
Jantar olhando para a lua incrivelmente linda na praia de Boa Viagem;
Achar que Recife seria melhor se os holandeses tivessem permanecido;
Admirar Mauricio de Nassau mesmo sabendo pouco sobre ele;
Conhecer a estória de Biu do Olho Verde e da Perna Cabeluda;
Freqüentar a praia em frente ao Acaiaca;
Tomar água de coco na praia;
Ficar sempre dividido entre a beleza de Porto de Galinhas e Itamaracá;
Ter saudade da Livro 7;
Saber distinguir entre o Maracatu do Baque Solto do Maracatu do Baque Virado;
Conhecer todas as músicas de Alceu Valença e Geraldinho Azevedo;
Saber quem é Lenine e que ele canta o Recife;

ACHO ATÉ QUE VOCÊ PODE TIRAR UMA PESSOA DE PERNAMBUCO, MAS NUNCA PODERÁ TIRAR PERNAMBUCO DE UMA PESSOA!